quinta-feira, 29 de maio de 2008

O mundo de Rafinha e a Geração C

Este video nos apresenta o dia-a-dia de Rafinha, um jovem de 16 anos que nasceu e cresceu com a tecnologia e só conhece o mundo da informação, o mundo da colaboração e da participação, onde a variedade de escolhas é imensa e todos fazem parte de uma grande teia.



Um mundo onde todos são editores de conteúdo através de seus blogs, fotologs, câmeras digitais, redes de relacionamento, wikipédia, youtube, etc., um mundo onde as ferramentas de produção foram democratizadas e, de consumidores passivos, passamos a produtores ativos.

Um mundo, onde a internet se torna uma rede que conecta pessoas e não apenas computadores, em qualquer lugar e a qualquer momento. Um mundo digitalizado que privilegia o consumo de experiências.Este é o mundo de Rafinha ... o nosso vizinho, o nosso filho, o nosso aluno, o nosso irmão ... uma geração que está conectada o tempo todo.

Enquanto educadores, muitos questionamentos nos surgem ao ver este vídeo:

- Como estamos utilizando as tecnologias?
- Que uso fazemos destas tecnologias na educação?
- Que geração estamos formando?
- Qual nossa responsabilidade nesse "mundo do Rafinha"?
- Como educadores, qual nosso papel?
- Que papel deverá desempenhar nossa escola?

Estes são apenas alguns pontos sobre os quais podemos refletir.

Este vídeo me parece bastante instigador ...O mundo de Rafinha é uma produção da TV1, agência de comunicação que conta em sua estrutura com 5 áreas especialistas em diferentes mídias, entre elas a TV1.com, uma das principais agências de marketing do Brasil.

Fonte: http://ideiasemblog.blogspot.com/2008/04/o-mundo-de-rafinha.html

10 comentários:

Robson Freire disse...

Olá cursistas

Essas questões foram levantadas pelo vídeo:

- Como estamos utilizando as tecnologias?
- Que uso fazemos destas tecnologias na educação?
- Que geração estamos formando?
- Qual nossa responsabilidade nesse "mundo do Rafinha"?
- Como educadores, qual nosso papel?
- Que papel deverá desempenhar nossa escola?

Mas elas também levantam outras perguntas que também são pertinentes a qualquer bom professor que pretende ingressar nas TICs.
Mas como cada um se vê?
Como serão os seus alunos se sua pratica didático pedagógica continuar a mesma?
Quais as suas consequencias para essa e as outras gerações que virão?
Como sua escola está desempenhando o papel não somente de educar, mas de instruir, de formar, elucidar e criar pessoas criticas e ativas socialmente?
Que papel a sua escola deveria ter?
O que precisamos fazer para mudar isso?
Essa mudança começa aonde?

Essas questões devem ser discutidas por vocês e postada aqui no nosso blog.

Abraços

José Luiz disse...

Olá, Robson e demais colegas!
Ontem recebi um e-mail do meu grupo "otsestadorio" que me indicava um link para o JBonline onde se lê a notícia de que "Sindicato dos professores devolve laptops ao Governo do Rio". Os comentários, poucos ainda, vão numa linha escarninha de críticas ao governo do Estado. Não há um só comentário sobre Educação.
Ora, é certo que um "laptop" pode ajudar e muito um professor na sala de aula. É certo também que muitos de nós não estamos preparados para receber esta ajuda; muitos nem conhecem esta tecnologia. Mas, devolver os computadores não ajudará em nada o processo educacional; ao contrário, é coisa de quem, me parece, não quer admitir que as novas TIC são ferramentas muito importantes para uma boa prática pedagógica. A luta por melhores condições de trabalho e melhores salários é vital e não pode parar. Entretanto, é preciso reconhecer que a cessão em comodato dos laptops aos professores é positiva - sem trocadilho (uma das críticas é sobre a empresa POSITIVO), por favor. Aqueles que se recusarem, por qualquer razão, a usar esta ferramenta irão ficar para trás, se já não estão há muito.
Portanto, acho que a máxima de Sartre cabe bem aqui: "Não importa o que fizeram de nós, mas o que faremos com o que fizeram de nós". Continuar recusando ou devolvendo os laptops é burrice consentida.

Há poucos dias, refletindo sobre a "banalização" do uso do celular, inventei de criticar nossos jovens que me pareciam excessivamente tecnologizados. Incoerência minha. Faço agora um mea culpa, depois de assistir ao "O mundo de Rafinha".
Não há como resistir ao, não há como correr do, não há como evitá-lo: O processo de tecnologização das relações é uma realidade inexorável.
Refleti sobre todos os questionamentos aos quais o vídeo nos remete e a outros. Minha síntese é de que teremos de adotar uma premissa fundamental: ou mudamos ou morremos. Não haverá espaço para uma educação baseada no quadro negro, no giz e no cuspe. Ainda que muitos tendam a resistir - como no passado resistiram à alfabetização, ao giz, ao caderno, ao livro, às avaliações escritas, à emancipação da mulher, às pequisas com células-tronco etc.-, o mundo será cada vez mais do Rafinha, mais hi-tech. O atraso não terá chance alguma de sobreviver. É preciso M U D A R ou M O R R E R.
Um abraço.
JLBarbosa

Fabiana disse...

Bem estas questões nos faz refletir sobre a educação que estamos oferecendo aos nossos alunos, falando por mim, minha Escola ainda não tem acesso a internet, nossos alunos ainda não tem este acesso, apenas os professores conseguem acessar e fazer pesquisas para atualizar suas aula, mas isto em suas próprias casas, portanto ainda utilizamos muito pouco as tecnologias na educação, por conta disto sinto que nossos alunos estão ficando pra trás em relação a geração deles. Precisamos portanto assumir nossas responsabilidades e buscar novos caminhos para aprimorar a educação desses alunos e garantirmos a eles uma educação de qualidade e atualizada, buscando novos cursos de aprendizado como também buscar o interesse de nossas autoridades em levar esta tecnologia ao alcance de todos os alunos principalmente dos menos favorecidos, como é o caso das Escolas de zona rural e distritos do nosso município de Itaperuna.
Mas para isto precisamos descruzar os braços e ir a luta em busca de melhorias pois a mudança deve começar por nós educadores.
Um abraço
Fabiana

maria das graças disse...

estamos utilizando as tecnologias da melhor forma possivel,pois hoje a nossa educaçao esta super avançada e nos educadores temos que formar uma geraçao voltada para a tecnologia esse é o nosso papel e das nossas escolas,porque a tecnologia está tomando conta do mundo e o nossos alunos não podem
ficar sem este avanço da tecnologia.

Edson Vander da Silva Madeira disse...

Olá turma,
O filme nos chama atenção para o avanço da tecnologia em relação a educação. Pois ainda estamos usando pouco os recursos tecnológicos em sala de aula. Precisamos nos atualizar mais para melhorarmos essa nova geração. Essa responsabilidade é nossa como educador.
A escola onde trabalho, está um pouco atrasada em relação a era digital, Mas isso não me impede de correr atrás e preparar uma aula bem informatizada.
A escola, professores e alunos, tem que caminhar sempre juntos, pois a mídia está sempre presente em nosso dia a dia.

José Luiz disse...

Olá,Robson e Colegas!
Talvez eu esteja chovendo no molhado... é que acabei de descobrir o sítio http://www.cg.org.br/ do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
Há coisas muito interessantes como, por exemplo, uma pesquisa - http://www.cetic.br/tic/2007/indicadores-cgibr-2007.pdf - sobre o uso das TIC no Brasil, com série histórica - 2005, 2006 e 2007 - e tudo mais.
Lá, fiquei sabendo que já passamos de 50% da população com acesso à internet e que, até 2010, 100% dos alunos brasileiros estarão conectados à net. Não é fabuloso?! Que professores darão conta de alunos assim tecnologizados? É por isso que insisto em dizer que: ou nos informatizamos ou iremos sucumbir. Vale a pena passar pelo sítio e baixar os resultados da pesquisa.
Um grande abraço para todos e todas.
ZELUIZ

Carlos Augusto da Silva disse...

Olá, Robson e demais colegas!
No mundo digitalizado que estamos vivendo, deveríamos utilizar melhor as tecnologias, infelizmente no setor Educacional não está tão avançado em relação aos outros setores da sociedade.
A tecnologia sem dúvida se faz presente em todos segmentos de nossa vida, dando-nos a impressão que estamos vivendo fora da realidade. Ainda bem que isto se tornou um fato real, pois todos os avanços tecnológicos têm contribuído grandemente em todas circunstâncias que podemos imaginar.
Rafinha já nasceu na atual conjuntura, isto é, todo este mundo digitalizado se torna algo natural para ele.
Para nós, é uma questão de adaptarmos e integrarmos a esta nova realidade que por sinal será ótimo , pois estaremos inovando cada vez mais os nossos conhecimentos.
Analisando o papel da escola e o nosso como educadores, acho que todas estas mudanças dependerão do sistema e da boa vontade de nossos governantes
Os investimentos em educação, ainda estão muito abaixo do que deveria ser de fato.

Carla de Sá Silva Rezende disse...

Olá turma,
O mundo de Rafinha nos leva a ver como a tecnologia vem avançando em nosso dia a dia.
Nós educadores não podemos ficar para trás.
Afinal temos que ir em busca de nossos aperfeiçoamentos, pois os alunos estão a cada dia mais antenados.
Hoje em plena era do computador ainda não estamos bem preparados para receber os nossos alunos, tanto nós professores
quanto as nossas escolas.
Mas estamos caminhando em busca de melhoria e progresso, para uma educação melhor e com mais qualidade.

Ana Cristina Pereira Costa disse...

Olá turma!
O filme "O Mundo de Rafinha" nos leva a questionar que pouco estamos usando, com nossos alunos, as tecnologias que nos são oferecidas. Há ainda uma grande relutância em aceitar o "novo", talvez por medo de acompanhar essa revolução digital, tão acelerada quanto o pensamento dos nossos jovens e adolescentes.
Estamos na era digital, onde a informação vale mais que qualquer coisa, por isso, como educadora, vejo a necessidade de me aperfeiçoar para acompanhar todas as inovações, afinal é isto que meus alunos esperam de mim.
As escolas estão vivendo uma grande transição, e deixar o tradicional é fundamental, pois a "garotada" quer adquirir conhecimento e habilidade através de suas próprias descobertas. Os professores devem ser co-navegadores, e assim estarão de fato ensinando e aprendendo.
Conectadas o tempo todo, as crianças lêem, analisam, contextualizam, criticam e compõem seus pensamentos. É uma geração atenta, inovadora, entendida do poder da mídia e que aprende por meio da interação.
A proposta de mudança é feita a todos: pais, professores, educadores... Precisamos nos adequar a ela convictos de que as novas gerações serão ainda mais curiosas e aptas ao mundo tecnológico.

Jorge Luís Fernandes de Campos. disse...

Um jovem de 16 anos que nasceu e cresceu com a tecnologia e só conhece o mundo da informação, o mundo da colaboração e da participação, onde a variedade de escolhas.

A questão é que nem todos Podem ou Ousam pensar em utilizar e relutam em ousar disponibilizar o acesso a conteúdo 'informatizado' e 'informativo'. Formando um jovem ao contrário do Rafinha que cresceu com a tecnologia e só conhece o mundo da informação, o mundo da colaboração e da “Participação”. A pessoa fica formada sem cultura e nem pensa em conhecer ou saber se existe as diversas múltiplas culturas, e o jovem fica sem rumo meio Aloprado e desconectado do mundo de hoje e amanhã; fica preso aos “Velhos Costumes”; e se podemos dizer que são costumes de gente civilizada e educada e de diálogo auditivo; visual; e falado e se não dizer da Escrita, que nem mesmo deixam os ao seu redor Saber ou Ousar Saber que o que está escrito numa folha de papel e que desvenda um mistério ou problema de “mesa”.