quinta-feira, 12 de junho de 2008

Proposta de atividade do grupo

Olá cursistas

Estamos trabalhando o processo de interação através do nosso blog, mas agora chegou a hora de começar a transpor conteúdos ou então criar os nossos próprios conteúdos assim como a Geração C e o Rafinha.

Por isso foi pedido a vocês para trazerem um texto que falasse sobre esse nosso momento no curso, mas se você achar um vídeo ou uma apresentação de Power Point traga para a nossa próxima aula no dia 17/06.

Gostaria de avisar a vocês que todos devem comentar os textos de todos os seus colegas cursistas.

Abraços

Robson Freire

2 comentários:

José Luiz disse...

Quando reflito sobre web gosto sempre de me lembrar essa letra de Gilberto Gil:

Pela internet

Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje

Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé

Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer

Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut

De Connecticut acessar
O chefe da Macmilícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus pra atacar programas no Japão

Eu quero entrar na rede pra contactar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um videopôquer para se jogar

Jorge Luís Fernandes de Campos. disse...

MÚLTIPLAS FACES DA INCLUSÃO DIGITAL

Historicamente, as formas de organização social sempre foram marcadas por divisões
e grupos estratificados, em conseqüência de fatores políticos, culturais ou econômicos.
A posse ou uso das tecnologias tem constituído um fator importante no estabelecimento
de diferenças entre grupos, tanto na estrutura interna de uma sociedade como no relacio-
namento entre povos e culturas. Ferramentas agrícolas, domínio sobre o fogo, técnicas
de construção, navegação e geração de energia, enfim, todo o conhecimento científico e
tecnológico vigente, em algum momento, foi decisivo na história dos povos. Entretanto,
esse saber nunca foi suficiente para remover as barreiras de exclusão ao longo do pro-
cesso civilizatório.

Com as tecnologias de informação e comunicação (TICs) não tem sido diferente. Pelo
contrário, em função do papel que assumem no desenvolvimento econômico e na cons-
trução e divulgação do conhecimento, não ter acesso a essas tecnologias representa um
entrave ao processo pleno da comunicação e ao desenrolar natural e intrínseco das redes
sociais. Em se tratando de sedimentar a sociedade informacional, quanto maior a separa-
ção entre o grupo com acesso às tecnologias digitais e aquele alheio a elas, e sobretudo
quão extenso é este segundo grupo, maiores são as barreiras ao exercício da cidadania e
ao desenvolvimento do bem-estar social.